THIS

IS NOT A WHITE CUBE

Africa en foco

ARCO Lisboa 2021

Para a ARCO Lisboa 2021, a galeria THIS IS NOT A WHITE CUBE apresenta um projecto que congrega obras inéditas de 6 artistas contemporâneos de Angola, São Tomé e Príncipe, RDC e sua diáspora, cuja prática tem consistido ao longo dos anos na investigação e desenvolvimento de projetos em torno da noção de memória e identidade, tradição, e contemporaneidade: Dagmar Van Weeghel (74, Países Baixos), Francisco Vidal (78, Angola, Portugal); Nelo Teixeira (75, Angola); Patrick Bongoy (80, RDC, África do Sul); Pedro Pires (78, Angola); e René Tavares (83, São Tomé e Príncipe). Através deste projeto, ... Leer más
Información de la exposiciónInfo Galería
Para a ARCO Lisboa 2021, a galeria THIS IS NOT A WHITE CUBE apresenta um projecto que congrega obras inéditas de 6 artistas contemporâneos de Angola, São Tomé e Príncipe, RDC e sua diáspora, cuja prática tem consistido ao longo dos anos na investigação e desenvolvimento de projetos em torno da noção de memória e identidade, tradição, e contemporaneidade: Dagmar Van Weeghel (74, Países Baixos), Francisco Vidal (78, Angola, Portugal); Nelo Teixeira (75, Angola); Patrick Bongoy (80, RDC, África do Sul); Pedro Pires (78, Angola); e René Tavares (83, São Tomé e Príncipe). Através deste projeto, a galeria pretende gerar um diálogo entre países com afinidades coloniais e históricas que reflita sobre o conceito de decolonização e procurando promover uma reflexão sobre como a arte africana contemporânea tem vindo a afirmar-se à escala global. Esta afirmação tem-se verificado quer através da produção de uma posição discursiva disruptiva no contexto de um debate pós-colonial que se tem mantido durante décadas transversalmente marcado por um certo eurocentrismo cego. Uma teorização enraizada que resulta dos processos de ocupação e partilha dos territórios africanos pelos povos colonizadores, que produziu uma leitura unilateral da sua influência na constituição cultural e artística dos países colonizados. O projeto curatorial foi desenvolvido especificamente para a Feira de Arte A e reflete sobre a emergência de uma visão crítica do colonialismo e a importância que a diáspora africana - personificada nestes artistas - os projetos curatoriais, a pesquisa e os estudos documentais assumem na produção de uma renovação do discurso histórico da arte na contemporaneidade.